
Cavalgar no teu paraíso
é como entorpecer-me com a força da luz,
E a estrela que passa sem decadência,
força o couro e expulsa a prece.
Vem cá e me aquece
com teu tolo sorriso doce,
e deita em mim.
Jura aquilo que em ti se esconde
e abrace o que nunca falar-te comecei.
E nem sei por onde
Porque se acaso revelar-te
Até o que há em tua sombra virará arte
é como entorpecer-me com a força da luz,
E a estrela que passa sem decadência,
força o couro e expulsa a prece.
Vem cá e me aquece
com teu tolo sorriso doce,
e deita em mim.
Jura aquilo que em ti se esconde
e abrace o que nunca falar-te comecei.
E nem sei por onde
Porque se acaso revelar-te
Até o que há em tua sombra virará arte
Um comentário:
Fala Caio! Valeu pelo comentário no meu blog sobre o conto que escrevi... Te respondendo, puta cara, nem eu sei viu... uhauha Se era a puta, o amigo, se era o imaginário do Dimitri... uauh Literatura caótica deixa até o escritor confuso. Essa é a essência. abraço!
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