Ultimamente...
a proximidade do céu me assusta.
Não precisamos de luneta para avistarmos a carne da lua.
Ela se confunde com o brilho e o barulho da rua, com a infinitude dos astros que insistem em não cair. Inquieta-me saber que não existe em cima ou embaixo, esquerda ou direita. Tudo Está. Ou melhor, Tudo É.
E as coisas sendo, tão antigas quanto a História, ali, próximas a mim, na consequência drástica de ser humano.
A consciência de que o fim da noite não existe me perturba.
Deus me permita atirar-me como um cometa, percebendo estrelas...
e os meus que me perdoem... Estou em carne viva...
a proximidade do céu me assusta.
Não precisamos de luneta para avistarmos a carne da lua.
Ela se confunde com o brilho e o barulho da rua, com a infinitude dos astros que insistem em não cair. Inquieta-me saber que não existe em cima ou embaixo, esquerda ou direita. Tudo Está. Ou melhor, Tudo É.
E as coisas sendo, tão antigas quanto a História, ali, próximas a mim, na consequência drástica de ser humano.
A consciência de que o fim da noite não existe me perturba.
Deus me permita atirar-me como um cometa, percebendo estrelas...
e os meus que me perdoem... Estou em carne viva...
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